sábado, 29 de junho de 2013

Capitulo 1: O inicio da Jornada

 Estou em uma casa, é um bairro chamado Aioac, da urbem Iguaçu. Vejo uma mulher, uma mãe, preparando a mesa do jantar, sua filha encontra-se no quarto preparando-se para descer. A campainha soa e a mulher que sorria e cantava cala-se, seu olhar passa de alegria para seriedade. Passando diante da escada sinaliza para a filha não descer as escadas.

A filha estranha e fica escondida em um canto. A mãe abre a porta e há pelo seu ângulo de visão cerca de seis homens vestidos com ternos pretos e óculos escuros, um deles com cabelo espetado e fazendo grande uso de gel, fala com um tom de voz acusador:

- Boa noite, Senhora. Somos agentes federais. Precisamos falar com uma adolescente chamada, Ingrid.

- Ela não está. Saiu com o pa...

Antes que a frase fosse terminada, ela é atingida por um disparo de energia concentrada que a faz atravessar a parede entre sala e cozinha.

Ingrid desce a escada correndo e gritando pela mãe. E o atacante comenta no comunicador: “Nós a pegamos”.

Tentáculos metálicos envolvem o corpo da adolescente descarregando energia elétrica, prestes a perder a consciência consegue ver sua amiga Gabriele chegando e sendo presa, vira a cabeça e vê as marcas de onde estava a mãe, lágrimas escorrem de seu rosto.

- O que faremos com esta, Senhor.

- Eliminem. E tragam a baixinha.

- Sim, Senh...

Antes que a frase seja terminada uma mão atravessa o peito do agente, mostrando que este é um biotech, soldado geneticamente criado para servir a agência. Com os tentáculos desativados, a adolescente cai, ainda grogue. E balbucia: “Mãe?”.

Sua mãe estava com as roupas em farrapos e parte do rosto atingida pela energia, possui um brilho prateado, revelando uma face robótica. Os agentes avançam em velocidade, sendo combatidos, golpes rápidos e potentes.

Os agentes da porta adentram arrastando Gabriele, para terem suas cabeças detonadas pelo pai que retornava.

- Querido?

- Não temos mais saída. Estão cercando toda a área. Vão atacar com tudo.

- Mãe...mãe...o que tá aconte...

Ingrid cambaleia, e a amiga a levanta preocupada...

- Tios? O que...

Rajadas de energia começam a atravessar as paredes da casa, enquanto agentes adentram por todos os lados.

- Gabriele, retire Ingrid daqui.

Diz o pai, prendendo na blusa da jovem uma caixa.

- Nos te amamos, filha. Sempre vamos amar.

A mãe beija a testa da filha. O pai a abraça.

- Vão. Agora!!!!!

- Tio, como eu vou nos tirar daqui? Questiona Gabriele.

- Voa, Gabi.

- Voar? Como eu posso voarrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr

Num instante ela alça voo em alta velocidade atravessando o teto e se afastando, Ingrid recupera consciência suficiente para ver os pais se abraçando.

Na sala abaixo, enquanto os soldados cercam os dois.

- Não importa o que foi dito. Mas sempre amei e amarei nossa filha e você.

- Eu nunca teria sido mais feliz.

Enquanto se beijam seus corpos cintilam em energia, iniciando uma reação em cadeia que explode todo o quarteirão.

No ar, as amigas em voo choram juntas sem saber ao certo o que está acontecendo ou como.

No solo, em meio às chamas, a poeira, o agente chefe levantasse. Poe o óculos escuro e se comunica...


- Escapou. Compreendo a critica. Mas eu sou Nêmeses, nunca falhei e não será uma criança que me levará a tal ato. Tem minha palavra, Mestre.

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